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sábado, 19 de julho de 2008

Primeira Tarefa!


As duas faces da vida de Severus Snape!


Rita Skeeter, após estar longe das fofocas e lançar um livro, retorna a sua verdadeira casa, o Profeta Diário, e entrevistará os maiores nomes do mundo bruxo, sempre revelando aqueles segredos esquecidos, ou os podres escondidos. E sua primeira entrevista é com ninguém menos, que com o ex-diretor de Hogwarts, Severo Snape. Um homem, que tem uma vida repleta de mistérios, incluindo arte das trevas, espionagem, amor, e muitas outras coisas que você descobrira lendo essa exclusiva entrevista, feita pela jornalista, mais bem sucedida do momento, Rita Skeeter. Veja a entrevista completa na página 10.



Página 10: As Duas faces da vida de Severus Snape



Como sempre em minhas várias entrevista, fui até a casa do entrevistado. O local chama-se Rua da Fiação, um vilarejo trouxa, muito sujo, eu diria que abandonado. Ao longo da rua pude ver várias casas de tijolos, todos com as janelas e portas fechadas a tábuas, com exceção de uma, o nosso destino. Diferente de muitos, ele não estava me esperando a porta, tive que permanecer alguns minutos do lado de fora após bater nela, cheirando o fedor que o rio exalava, enfim Snape aparece (com um ar não muito feliz), e convida-me a entrar com as mãos. Entrei diretamente na sala da visitas, que aliás parecia mais uma cela de Azkaban com um pouco de conforto abandonada, sentei numa poltrona velha, que rangeu, e ele se sentou em um sofá desgastado. Coloquei a minha bolsa na mesa bamba, e esperei até ele dizer algo, achei antipático da parte dele não falar nada. Esperei em vão, e enfim eu disse “Snape, então, pronto para falar tudinho de sua vida?”. Respondendo grosseiramente, ele diz “Tardou a começar”. Então, sem mais demoras, tirei a minha pena de repetição-rápida e comecei a entrevista...



Rita: Começando então, Severus. Diga, é verdade a história que está correndo pelo mundo bruxo, que você amava Lilian Potter e traiu Você-sabe-quem?


Snape: Cara Rita, eu não vou falar sobre minha vida pessoal, vocês já sabem sobre o que eu senti por Lilian, eu não vou acrescentar nada sobre esse assunto! Entendido?

Sobre eu ter traido o Lorde das trevas! Sim é verdade, eu virei espião de Alvo Dumbledore antes da queda do Lorde das trevas.


Rita: Como você disse, você foi comensal da morte e bandeou-se para o lado de Dumbledore, antes mesmo de sua morte. Porém qual foram às explicações dadas a Você-Sabe-Quem para que esse fato ficasse oculto?


Snape: O Lorde das Trevas sempre me viu como grande aliado em seus planos, é claro que a princípio, fui submetido à grande interrogatório, por parte dos Comensais, mas tinha uma grande “carta na manga”. Disse ao Lorde das Trevas, que simplesmente esperava seu retorno, e que não matei Harry Potter antes, porque sabia que ele próprio precisaria do garoto. O Lorde das Trevas, por sua vez, precisava de alguém que lhe passasse informações precisas sobre a Ordem da Fênix e seus planos. Logo fui aceito novamente, não como um mero informante, mas fui condecorado, como um dos melhores Comensais da Morte, superando inclusive, Lucius Malfoy e Belatriz Lestrange.


Rita: Severus, vamos voltar um pouco no tempo, no tempo de Hogwarts. Andei me informando com algumas fontes muito seguras, e me informaram que o chamavam de ranhoso quando estuda na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts... Por que esse Apelido? O que você sentia quando o chamavam assim?


Snape: Potter, sempre arrogante, tinha medo que eu roubasse Lily dele. E me irritava, tinha inveja de minha inteligência, inveja de que Lily passava muito tempo comigo. E achava esses apelidos, como ranhoso, para me irritar, mas ele não via que com isso eu me aproximava mais da Lily, pois ela não gostava que eles me ofendessem. Como você não é cega Skeeter, entende que esse apelido apareceu devido ao excesso de oleosidade de meu cabelo. Hoje em dia, não aceito calado que me chamem assim!


Rita: Poucos sabem, mas o seu, eu diria, arquiinimigo Tiago Potter, fez com que sua vida não acabasse tão cedo. E verdade essa história que ele salvou-lhe? Você é grato por ele ter feito isso, mesmo o achando arrogante?


Snape: Salvou a minha vida? Se você diz, que por alguém em risco, e antes da tragédia acontecer, simplesmente o salvar, para não sofrer as conseqüências é salvar alguém, está muita enganada Skeeter. O que realmente aconteceu, foi que Potter e seus amigos, pregaram uma peça em mim, onde o resultado seria, que eu encontrasse Lupin (transformado em lobisomem) e ele desse conta de mim, sendo mais direto, me matar. Potter não era bobo nem nada, percebendo que iria ser culpado pelo que fez, ele rapidamente, foi lá me 'salvar', ou melhor, salvar a si mesmo. Não nego que prefiro viver a morrer, mas o ato de Potter me dá nojo, como ele foi tão covarde a fazer algo assim, parece que eu fui somente uma peça de um plano para que ele virasse o herói. Não sei se sou grato, mas em viver e dar o crédito ao Potter, e morrer e ele ser culpado, acho que preferia morrer. Mas fico pensando, se morresse naquele momento, como seria o futuro? Realmente, não sei a resposta para a sua pergunta.


Rita: Minha amiga, Dolores J. Umbridge, me contou algumas coisinhas de quando foi Alta Inquisitora de Hogwarts. É verdade que você tentou o cargo de Professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, mas não conseguiu? Alvo era seu amigo, confiava em você, facilmente poderia te conceder o cargo. Porque não o aceitou?


Snape: Sim, você está correta. Tentei todos os anos, mas não tive sucesso.

Temo que Alvo, mesmo confiando em mim, tinha receio de que eu acabasse tenso uma recaída, mas duvido muito disto. Acho realmente que Hogwarts nunca encontrou um professor tão bom quanto eu, pra o cargo de poções e DCAT. Mas sempre fiquei em segundo plano, normalmente, aparecia um novo professor de DCAT, e eu continuava com um cargo medíocre, como professor de poções. Mas tudo mudou com a volta de Slughorn. Com um novo professor em poções, eu podia, enfim, lecionar DCAT, que sempre foi meu desígnio.

Porém tinha um empecilho, agüentar Potter!


Rita: Bom entrarmos neste assunto, Severus. Potter, como todos sabem, sempre foi muito famoso, o Eleito. Agora nos diga como foi lidar com uma celebridade em sala de aula?


Snape: Potter sempre foi arrogante e exibido, como o pai. Mas nunca teve boas notas em minhas aulas. Tive que agüentar sua exibição durante todos os anos em Hogwarts. Potter sabia que tinha a proteção de alguns professores, e sempre se safou de suas tramóias, mas nunca tolerei esse tipo de comportamento.


Rita: Mesmo sabendo que Harry Potter, era filho da bruxa que você amava?


Snape: Como havia dito, sempre amei Lily, mas isso não quer dizer que tenho que suportar seu querido filho e seus delírios por flash e fama. Harry Potter, sempre demonstrou ser igual ao pai cujo eu nunca suportei. Mas como prometi a Alvo, sempre o protegi, não por Potter, mas pela memória de Lily.


Rita: Vamos falar dessa tal “proteção” a qual se refere. Harry Potter era o tipo de bruxo, que se metia em confusão com facilidade, porém sempre conseguiu sair delas. Então como seria essa “proteção” afinal? De quem você o protegia? E como era feita essa proteção?


Snape: Cara Rita, eu não quero ser inconveniente, mas se a senhorita não percebeu, Potter corria mais perigo do que qualquer pessoa poderia em sua sã consciência imaginar. Sempre teve muita sorte, e o auxílio de bruxos mais velhos e mais experientes que ele.

O Lorde das Trevas, porém não se sentia intimidado, por ninguém, nem mesmo pelos bruxos que se intitulavam Ordem da Fênix. Pelo contrário, Potter sempre correu um perigo mortal, e por esse motivo que eu, somente eu, me submeti a espionar o Lorde das Trevas, passando por grande ameaça.


Rita: Severo, que sentimento você guarda do Harry Potter? Por que, ele, por sua vez tem uma grande admiração por você tanto que batizou o filho com o seu nome. Você acha que ele estava tentando agradecer você da suposta proteção que você dava a ele?


Snape: Não tenho nenhum sentimento pelo Potter, continuo achando que ele é insolente como o pai, mas tenho que admitir que ele fez grandes coisas durante sua vida. Nunca esperei que Potter batizasse seu filho com meu nome. Acho que ele quis-me homenagear pelo o que eu fiz sendo espião de Dumbledore. Mas nada disso alterou meu modo de ver Potter.


Rita: Volta para a mãe de Potter. Por que motivo você acha que não conseguiu ficar com sua amada Lílian? Acha que esse seu trauma de shampoo atrapalhou o seu relacionamento com Lilian, aliás com qualquer outra mulher? Porque todos sabem que você está sozinho.


Snape: Ela não aprovava os meus atos (como ser um comensal da morte) e por isso não quis ficar comigo. EU NÃO TENHO TRAUMA DE SHAMPOO! Quem é você para dizer isso?


Rita: Severo, diga a verdade: quais são seus planos para o futuro? Depois que Harry derrotou Você-Sabe-Quem, você não precisará bancar a "babá" do Potter, então o que irá fazer?


Snape: Eu pretendo continuar a lecionar em Hogwarts como professor de Defesas Contra as Artes das Trevas, eu nunca fui a "babá" do Potter, e se você fizer outra pergunta idiota como essa, eu irei transformar você em um "furanzão".


Rita: Tudo bem! Acalme-se. Vamos mudar de assunto. Pode nos dizer um pouco sobre sua infância, afinal todos sabem que você viveu em meio de trouxas. Como foi pra você ser inserido no mundo bruxo?


Snape: Como a senhorita percebeu, não gosto de falar sobre minha vida pessoal, por outro lado, se a senhorita está mesmo interessada: não encontrei dificuldades para me adaptar, muito pelo contrário, fui aceito na melhor escola de Bruxaria e Magia no mundo bruxo, e logo entrei na melhor casa da escola, na qual pude mostrar meu talento bruxo. Foi por causa desse talento que fui aceito como um fiel aliado do Lorde das Trevas, posteriormente de Alvo.


Rita: Não são essas informações que tenho em mãos, Severo. Pelo que eu soube, a sua infância foi muito problemática e cheia de conflitos. Por que não nos conta a realidade?


Snape: Sinto muito acabar com a sua alegria, mas não vejo problemas em minha infância. Entrei em alguns grupos e fiz alguns aliados...


Rita: O que você quer dizer com "aliados"?


Snape: Quero dizer, bruxos que admiravam meus talentos.


Rita: Bom, mas eles não ligavam para algo? Devido a sua descendência, e ao sobrenome de sua mãe, soubemos, que você se auto-nomeava "Príncipe Mestiço". Você tem orgulho de ser mestiço? Mesmo sendo, por um tempo, Comensal, Você-Sabe-Quem não ligava para isso? Esses bruxos que te admiravam não ligavam de você não ser sangue-puro?


Snape: Bom, não posso negar que ter sangue-puro seria bom, mas isso nada impediu que eu mostrasse o meu talento, independente do meu sangue, sempre fui um bom aluno, professor, e servo. Acho que isso foi o fato que mais chamou atenção de Voldemort, a minha lealdade. Ele sempre foi cego aos fatos, e devido eu ser um bom oclumente, o Lorde das Trevas nunca duvido da lealdade minha a ele, sendo assim ele não se importava tanto com meu sangue, sendo que sempre fui eficiente. Agora o porquê de eu me auto-nomear Príncipe Mestiço, é devido que eu, mesmo sendo mestiço, estava acima dos outros, e quem está acima dos outros se não um Príncipe? E também, a minha superioridade estava em meu nome, Prince, herdado de minha mãe. Príncipes são admirados, e juntei tudo, e me auto-nomei Príncipe Mestiço, devido a todos esses fatos.


Rita: E para finalizar, o que você tem a dizer sobre o pouco tempo que foi diretor de Hogwarts? Gostou de sentir-se no poder? Apreciou sentar na cadeira que outrora pertenceu à Alvo?


Snape: Foi realmente uma experiência boa, uma experiência que poucos apreciam e irão apreciar. Eu tive a oportunidade de sentar na cadeira de Alvo, foi bom (não nego), apesar da tempestade que ocorria lá fora. Foi realmente, tempos difíceis, estar naquela sala, ajudando Potter, e ao mesmo instante passar uma imagem de quem está a mando do Lorde das Trevas. Fiz o que devia ser feito, e fiz bem; ninguém suspeitou de mim, e ainda pude sentir o gostinho de mandar nos Carrows, e em outras pessoas quais eu não me dava bem, sem mencionar que pude pôr as rédeas em alguns alunos pestes que haviam por lá.


Rita: Foi muito bom conversar contigo, Snape. Acho que o mundo bruxo pode ver quem você realmente é...


Snape: Eu não ligo para o que eles acham de mim.


Rita: Ignorando essa pequena interrupção. Finalizamos essa primeira de muitas entrevistas. Agora me dê licença Snape, estou indo – vou até a porta, e ele continua no sofá – Não vai abrir a porta?


Snape: Não quero que você volte.



E assim, termina o meu primeiro trabalho, aqui no Profeta Diário, desde meu retorno, que revelou o verdadeiro Snape. Meus assíduos leitores, não se esqueçam, que semana que vem tem mais. Aguardem, que uma pessoa de nome, vai nos dar a honra de uma palavrinha, ele vai nos relevar como foi estar em Azkaban, como foi servir Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado, vai nos falar um pouquinho sobre a origem de seu dinheiro (que comprou uma bela mansão), e ainda como foi ver seu filho tornar-se um Comensal da Morte. Já sabe quem é? Se não, espere que semana que vem você poderá ler exclusivamente aqui, a entrevista e descobrir quem é essa tal pessoa.



por Tom às 08:32

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